HOMENAGEIO O PADRE KELDER QUE CELEBROU MISSA AO LADO DO CORPO DO PEDREIRO ASSASSINADO.

Por :  João Baptista Herkenhoff

 

Sou a favor da Vida. Contra o aborto, a pena de morte, a guerra. A favor de políticas públicas que favoreçam o parto feliz e a maternidade protegida. Contra a falta de saneamento nos bairros pobres, causa de doenças e endemias que produzem a morte. Discordo da percepção limitada, embora possa ser honesta e sincera, dos que reduzem a defesa da vida à proibição do aborto quando, na verdade, a questão é muito mais ampla. Abomino a hipocrisia dos que sabem que a defesa da vida exige reformas estruturais, mas resumem o tema a um artigo de lei porque as reformas mexem com interesses estabelecidos e ofendem o deus dinheiro. Sou contra o pensamento dos que não admitem o aborto nem quando é praticado por médico para salvar a vida da mãe, mas aceitariam essa opção dolorosa se a parturiente fosse uma filha. Sou contra a opinião que obscurece as medidas sociais, pedagógicas, psicológicas, médicas que devem proteger o direito de nascer.

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A INCONFIDÊNCIA MINEIRA NOSSA DE CADA DIA

Por: Pettersen Filho



Em dias acalorados de hoje, quando se discute a Crise Financeira Mundial , a Desoneração Fiscal e o Papel do Estado Brasileiro na Economia e nos Meios de Produção, no promiscuo Jogo Político do “Toma Lá e Me Dá Cá ”do Congresso Nacional, e entre os vários Institutos da Federação, União, Estados e Municípios , tendo por personagens Figuras já Carimbadas da Velha República, tais como José Sarney, Michel Temer e outros, é necessário, especialmente, que reportemos o 21 de abril de 1789, em que, cansados do Jugo Português e da Ferocidade Arrecadatória da Coroa, reuniram-se, em Vila Rica - MG, atual cidade de Ouro Preto, alguns intelectuais da época, a destacar, Cláudio Manoel, Thomaz Antônio Gonzaga, Marília de Dirceu, Padre Rolim, Tiradentes , e muitos, muitos sonegadores.

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EM DEFESA DO IPCC

Por : Heitor Scalambrini Costa

 

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, da sigla em inglês) foi criado em 1988 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização Metereológica Mundial (OMM), e se tornou uma das referências mais citadas nas discussões sobre mudança climática. Em 2007, o IPCC dividiu o premio Nobel da Paz com o ex-vice-presidente americano, Al Gore, pelo trabalho de ambos na conscientização da comunidade e das lideranças mundiais para o problema e as consequências da mudança climática. O IPCC é um órgão composto por delegações de 130 governos para prover avaliações regulares sobre a mudança climática global. Sua criação se deu devido à percepção de que a ação humana poderia estar exercendo uma forte influência sobre o clima do planeta, sobretudo através da emissão de gases – como o dióxido de carbono (CO2), óxido nitroso (N2O) e metano (CH4), que causam o efeito estufa. Desde então, o IPCC tem publicado diversos documentos e pareceres técnicos.

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O PODER MUNDIAL NÃO PRECISA DE GOLPE NO BRASIL

Por : Ronald Barata

 

         As riquezas minerais, especialmente o petróleo, continuam sendo o grande motivo de muitos golpes em diversas partes do mundo, para garantir a exploração e posse desses bens por alguns poucos países ricos. É óbvio, há interesse por outras riquezas também. Há quem pense, talvez a grande maioria, que quem conduz todo o esquema de exploração das riquezas dos países periféricos seja apenas o imperialista EUA. Desconhecem o verdadeiro poder mundial das 300 famílias detentoras de imensas fortunas, lideradas por 13 dinastias, que habitam em vários países. Manejam o poder através de mecanismos que se pode conhecer em meu blog, no artigo “Governo Mundial”.

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ELE TAMBÉM TEM DUAS CARAS. SÓ QUE AMBAS SÃO HORRÍVEIS.

Por : Celso Lungaretti

 

 

Dentre os economistas que serviram a ditadura, os mais lembrados são Roberto Campos e Delfim Netto. O primeiro tinha todos os defeitos e, ao menos, algum caráter. Quando foi abandonada a orientação por ele sempre defendida (era devoto do deus Mercado), não quis mais ser ministro. O segundo tinha todos os defeitos, somados a um apetite insaciável pelo poder. 

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A PRESIDENTE É UMA MIRAGEM

Por : Maria Lucia Victor Barbosa

 

 

Dilma Rousseff foi chamada por Lula da Silva de Mãe do PAC e sua imagem passada ao povo como a de uma competente administradora. O povo acreditou em que pese não se ter notícia de grandes feitos de Rousseff como ministra de Minas e Energia e depois como ministra da Casa Civil ao longo dos oito anos do governo Lula. Na verdade, a “gerentona” não conseguiu em tempos passados sequer manter uma lojinha daquelas de R$ 1,90.  Com relação aos dois cargos desempenhados no governo petista do Rio Grande do Sul Rousseff esteve léguas de distância de qualquer eficiência.

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PASSAGEM INÓCUA

Por : Heitor Scalambrini Costa

 

No dicionário, uma das definições para a palavra inócua é “aquilo que não tem a força de produzir o efeito que se pretendia”. Inócua foi à passagem, tipo trampolim, do jornalista Sergio Xavier como Secretário de Meio Ambiente de Pernambuco. Sergio Xavier, ex-presidente do partido Verde e um dos mais enérgicos críticos do “modus operandi”, tipo predador, do governador do Estado com relação à implantação do Complexo de Suape, ao que chegou a chamar de “mangue brita”, acusava o governo de cobrir de concreto os manguezais do território do Complexo, o que estava coberto de razão.

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"SARAU POESIA COM TORRESMO" FOI UM SUCESSO !

Por : Pettersen Filho

 

Finalmente, nesse último Sábado, 05/04 a Capital de todos os Mineiros, Belo Horizonte, também conhecida outrora como “Cidade Jardim”, por debaixo das àrvores em que o Bonde andava, da Praça Sete e do Café Nice, do Viaduto Santa Teresa e do Edifício Malleta, reinaugurou o mais novo Bar Temático do Brasil, voltado, exatamente para essa Belo Horizonte, a de outrora, reportando, em Poesia uma Minas Gerais Inconfidente.

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”ELEIÇÕES” NO MODELO DEPENDENTE...

Por : Adriano Benayon

O golpe de 1964 – agora com 50 anos - consolidou o modelo dependente, subordinado ao capital estrangeiro, instituído pelo golpe de 1954 e aprofundado no demagógico quinquênio JK. A falsa democratização radicalizou esse modelo, por meio de governos egressos de “eleições” também manipuladas pela oligarquia financeira mundial. Sob pena de esfacelamento do País, o povo brasileiro não deve mais tolerar as imposições emanadas dessa oligarquia, que controla os poderes da República e demais instituições do Estado. Há 25 anos, repete-se a farsa de “eleições” para presidente, nas quais  os eleitores  praticamente nada escolhem.

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A MACONHA NOSSA DE CADA DIA

Por : Valmir Fonseca Azevedo Pereira

 

A nossa Constituição, sacramentada em 1988, tinha nas suas mal traçadas linhas alguns objetivos, um deles, o de abrir espaço para as grandes estratégias gramscistas. A dita, com sua concepção extremamente liberal brandida pelo inefável Ulysses Guimarães como a prá lá de Magna Carta, embasava, constitucionalmente, uma emboscada para os democratas, denominada de “tudo pelo social”. Na Carta, sorrateiramente traçada com futuras maléficas intenções, preponderou nas suas tortas e até hoje incompletas linhas, a apoteose dos direitos; quanto aos deveres, nem pensar, tanto que, como ninguém tem nenhum dever a cumprir, por osmose, afundou - se junto à responsabilidade, e, daí, por conclusão óbvia, passou a imperar no imaginário popular, a hegemonia da impunidade.

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IDEOLOGIAS INCENDIÁRIAS...

Por : António Justo

A selva da consciência humana vai avançando e recuando à medida dos fogos que se ateiam aqui e acolá. Os séculos XIX e XX foram os séculos que mais se aproveitaram da pirotecnia ideológica (fascismo, socialismo e capitalismo) e tudo isto debaixo do céu iluminista duma razão pura e de uma ciência convencida. O início do séc. XXI sofre as consequências até ao desatino porque a camada dos que têm acesso ao saber é incomparavelmente maior; o problema vem porém dum saber adquirido à primeira vista. Um saber que não cria saber fundado mas destinado apenas a fazer opinião passível de ser cultivada nos vasos da varanda democrática. No absolutismo cultivava-se o dogma absoluto, em democracia cultiva-se a opinião relativista para se ter verdades para todos os partidos. Não ponho as mãos no fogo da ideologia porque me chega o adubo das suas cinzas!...

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OS 50 ANOS DO GOLPE CIVIL-MILITAR...

Por : Leal de Campos

 

Registrar o que aconteceu no 1º de abril de 1964 é um exercício bem difícil para todos os que vivenciaram a ditadura brasileira,tendo-se em conta um pretérito que até agora não foi passado a limpo. Mas, por falta de esclarecimentos sobre o que de fato ocorreu naquela ocasião, muitos ainda continuam insistindo em nomear o golpe de então como de caráter exclusivamente militar, gestado nas casernas por correntes militares direitistas que defendiam o conceito de “segurança nacional” e as pertinentes arrumações da geopolítica proveniente da “guerra fria” entre os EUA e a URSS, expondo um ferrenho anticomunismoSegmentos esses que, após a imposição e instauração de um regime ditatorial militarizado (1964-1985), passaram a “dar as cartas” em todos os níveis da administração pública, suspendendo as liberdades democráticas e implantando o terrorismo estatal contra qualquer um que ousasse a se contrapor.

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