MARINA NA HORA DA VERDADE. QUE POSIÇÃO DEVE ASSUMIR NO 2º TURNO?

Por : Celso Lungaretti

"Política é propriedade", definiu o escritor Norman Mailer. Os profissionais deste ofício acumulam um certo capital e, mesmo nos reveses, tentam fazê-lo crescer. 

No caso presente, o da candidata derrotada Marina Silva, a moeda usual pela qual poderá trocar seu acervo de votos e as declarações de amor eterno a um(a) dos finalistas, seria(m) ministério(s) para si ou para seu partido no eventual governo daquele com quem fechar o acordo.

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COMO SE PERPETUAR NO PODER GRAÇAS AO ASSISTENCIALISMO E AO CLIENTELISMO GOVERNAMENTAL

Por :  Roberto Romanelli Maia

Nos últimos 14 anos, de 2000 a 2013, o número de beneficiados que passou a receber do governo federal ajuda financeira, pulou de aproximadamente 28,6 milhões para 75,1milhões, com um acréscimo de 46,5 milhões de habitantes que passaram a receber tais ajudas. Este numero representa mais de um terço da população, ou cerca de 37% da população brasileira, que atualmente é de 200 milhões de habitantes. Se a estes números somarmos outros benefícios, que são dados através de outros tipos de auxílio e de empréstimos praticamente a fundo perdido, teremos certamente mais de 80 milhões, que recebem algum tipo de beneficio do governo federal, sem contarmos o que é distribuído nas mesmas condições e para as mesmas pessoas pelos governos estaduais e municipais.

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OS NOSSOS NOVOS MONARCAS

Por : Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Breve, brevíssimo, estaremos onde os incautos ambicionam, no fundo do poço.

Na história da humanidade, a maioria dos povos sempre amoldou - se como sobreviveria imersa na sanha de uns poucos, que sabedores de que a massa não vive, mas vegeta, assumem o poder sobre as submissas sociedades.

As sociedades, brancas, pretas, sabidas ou burras, licenciosas ou religiosas, têm como ponto comum a inércia e a inépcia.

 

Infelizmente, esta é a nossa história.

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O DIVÓRCIO DA POLÍTICA E DA ÉTICA

Por António Justo

Para se intervir na História tem de se entrar no Interior dos Conflitos politico-sociais. A Política tem vivido do Ser e não do Deve Ser.

Um divórcio não acontece de repente, vai-se dando até que acontece. Política e ética tendem a divorciar-se a partir do Renascimento. Até aí orientavam-se pelo dever ser e a partir daí, especialmente com “O Príncipe” de Maquiavel (1469 - 1527) passou a centrar-se na materialidade do ser sem a componente idealista anterior (platonismo). Maquiavel, o iniciador da modernidade política, considera as coisas como são e não como deveriam ser, por isso não está interessado na ética. Só reconhece a realidade material na política, querendo-a auto-suficiente: “os fins justificam os meios”.

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CANCELADO...: SARAU POESIA COM TORRESMO DE SÁBADO 04/10

Por : Pettersen Filho

Evento que acontece todo Primeiro Sábado do Mês na Capital dos Mineiros, Belo Horizonte, no Bethônico Bar ( https://www.facebook.com/bethonicobarr ), à Avenida Deputado Anuar Menhem, 1063 – Bairro Santa Amélia, o Sarau Poético “Poesia com Torresmo”, previsto para o dia 04/10/2014, devido a intercorrência das Eleições, e o evolvimento de muitos dos Poetas com o Processo Eleitoral, foi cancelado, esse mês, com previsão de retorno para o próximo, em Novembro.

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ABDIC CONDENADA NA JUSTIÇA...: “APENAS MAIS UMA FORMA DE CENSURA.”

Por : Pettersen Filho

Publicação ocorrida hoje, 30/09/2014, no Diário de Justiça do Estado do Espirito Santo, proferida pelo Douto Juiz de Direito da 7ª Vara Cível da Comarca de vitória/ES, nos autos do Processo nº 0023074-95.2012.8.08.0024, pelo Meritíssimo Juiz de Direito, Dr. Marcos Assef do Vale Depes, mais uma vez, de novo, novamente, Condena a ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Indivíduo e da Cidadania, entidade combativa, Sem Fins Lucrativos, voltada à Defesa do Consumidor e à Cidadania, à pagar as custas processuais, e honorários advocatícios no valor de R$1.000,00 à parte Ré, a Empresa Gaúcha Provedora de Serviços de Internet, quem mantinha o Site da ABDIC, à época do processo instaurado contra si pela ABDIC, Hostnet Digirati Serv. de Informática, segundo a Associação, por haver, numa forma arbitrária de Censura, retirado o Site da ABDIC da Rede Mundial de Computadores.

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LIVRES : “ELEIÇÕES LIVRES...”

Por : Pettersen Filho

Finalmente, após intransponíveis 45 dias de Propaganda Eleitoral Gratuita, no Rádio e na Televisão, veiculada no período de 19 de agosto a 02 de outubro de 2014, terminará nessa próxima Quinta Feira, dia 02, o Horário Eleitoral Gratuito, verdadeiro atentado jurídico à Consciência de todo Cidadão Brasileiro, obrigado, por Lei, a suportar, na intimidade do seu Lar, na Sala de Televisão, ou no Rádio, em seu Automóvel, enquanto vai para o trabalho, tal Lixo Autoritário, ainda resquício de expedientes da Ditadura, em que o Legislador quis assegurar, com tinta de caneta, a suposta “Democracia” Tupiniquim, do “Voto Obrigatório” e da “Propaganda Eleitoral” Goela Abaixo, dando margem à um Espetáculo Circense, com direito à Exposição de Candidato Palhaço, tipo Tiririca, e de um Delegado Tacanho, com o mote de Campanha: “Vote em mim, se não você vai morrer”, ambos, favoritíssimos em seus respectivos Estados, refletindo a desesperança no “Sistema” do próprio Eleitor.

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OS POSTES

Por : Maria Lucia Victor Barbosa

No meu primeiro livro, O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem, editado por Jorge Zahar, escrevi:

“É necessário que o candidato em seus discursos aborde problemas cotidianos e use uma retórica exaltada, eivada de ideologia cabocla de justiça social, pois é necessário ressaltar a diferença entre ricos e pobres e clamar por vingança contra os que no momento ou no passado não conseguiram satisfazer as aspirações populares”.

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ELEIÇÕES E COISAS SÉRIAS...

Por : Adriano Benayon

Os candidatos que se apresentam em oposição à atual presidente, com chances - tanto Marina, como Aécio – dizem-se defensores da  “liberalização” da economia brasileira.

Na verdade,  adotam ostensivamente o projeto pró-imperial, como  decorre não só de seus “programas”, mas também de suas trajetórias e de quem os financia; do apoio da grande mídia, instrumento  tradicional dos concentradores econômicos transnacionais e locais;   dos  formuladores de suas políticas econômicas, ligadíssimos à oligarquia financeira angloamericana.

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BATALHA CAMPAL : “... ALGUMA COISA ACONTECE NO MEU CORAÇÃO, SÓ QUANDO CRUZA A IPIRANGA E A AVENIDA SÃO JOÃO...”

Por : Pettersen Filho

Eternamente poetizado, o Cruzamento da Avenida São João com Ipiranga, bem no Centro Velho de São Paulo, na Musicalidade Genial de Caetano Veloso, feito em outrora, Época mais Romântica, em que a Poesia contrastava com o Asfalto, e “... a Força da grana que ergue e destrói Coisas Belas...”, a Capital Paulista, assistiu, estarrecida, na desocupação de um Velho Prédio, invadido pelos ditos Moradores Sem Teto, uma das várias “Agremiações” surgidas nos últimos tempos, ávidas a preencher o atual Vazio Político, deixado pelas Administrações Municipais, Estaduais e Federais, absolutamente incapazes de atenderem, além do mero Discurso, as prementes Demandas Sociais, transformou-se em uma verdadeira Batalha Campal, entre Polícia Militar, e os Manifestantes, no ato da desocupação do Prédio pela Justiça Paulista.

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A ESQUERDA SAZONAL E SUAS CEREJAS RETÓRICAS

Por : Celso Lungaretti

Finalmente alguém encontrou a melhor definição para o PT dos dias de hoje: esquerda sazonal.

Parabéns ao filósofo Vladimir Safatle! Ele conseguiu dar o tratamento adequado ao fenômeno que, talvez por conta da profunda decepção que causa nos que um dia compartilhamos o sonho e depois o vimos transformar-se em pesadelo, invariavelmente nos faz resvalar para as diatribes.

 O humor, contudo, convence mais do que o rancor, ainda que justificado.

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POSSIVEL DERROTA DE AÉCIO EM MINAS : “SERIA ESSE O FIM DO CORONELISMO ?”

Por : Pettersen Filho

Estado de Política tradicional, até, comezinha, nunca trouxe, das Urnas, grandes novidades, externadas na Consagração de Políticos Clássicos, já, reiteradamente, Governado por Políticos que beiram o Retrogrado, Magalhães Pinto e Francelino Pereira, dos tempos da Ditadura Militar, em grande parte, articulada no próprio Estado, a partir de Juiz de Fora, de onde partiu o desfecho do Golpe de 1964, passando por Políticos Tipo “Canastrão”, como o Pantomímico Ex-governador de Minas Gerais, Newton Cardoso, daqueles “Políticos” que assombraram, por muito tempo, como um todo, o próprio Brasil, enfim, “Dinossauros jurássicos da Política”, Fanfarrões, como Paulo Salím Maluf, José Sarney, Antônio Carlos Magalhães, alguns deles, se não, vencidos pela própria Morte, como é o caso do “Toninho Malvadeza”, alcunha atribuída ao Caudilho Baiano, Antônio Carlos Magalhães, quem sempre governou a Bahia como se fosse um Seu-latifúndio.

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