OPINIÃO : ÍNDIA LANÇA SUBMARINO ATÔMICO: “... E O BRASIL, O QUE TEM COM ISSO ?

Por : Guilhermina  Coimbra

...”Tem a ver, diríamos, porque além do fato do Brasil possuir, também, naquelas distantes águas do Pacifico Asiático interesses vitais, posto que por ali margeiam as principais Rotas de Navegação com o seu atual Principal Parceiro Comercial, a China , e todas as Embarcações de Minério, os Supernavios da “Sweett River Valley” ( Companhia Vale do Rio Doce ), maior Empresa Privada Mundial no setor de Minérios , que açambarca boa medida das Exportações Brasileiras, vitais ao nosso Equilíbrio Financeiro, é o Brasil , além do mais, o Principal concorrente da Índia , na disputa por uma nova “Vaga” no tal Clube , o do Conselho de Segurança da ONU, único capaz de “Votar”, ou “Vetar”, qualquer “Coisa” no Mundo: Desde simples Embargos , por exemplo, ao Irã ou Cuba , até eventuais Intervenções Militares , como no Iraque , ou, quiça, na Amazônia Brasileira .

 

 

Trilhando, contudo, caminho próprio, o Brasil , que já fabrica alguns dos seus próprios Submarinos , pelo menos os convencionais, ao menos há uma década, possuindo, por seu turno, há pelo menos vinte anos, um Reator Nuclear para tal fim, totalmente desenvolvido no Brasil pela Marinha Brasileira , em Aramar, aparentemente, preferiu optar pela “Comodidade” de um questionável “Acordo” com a França , que, após repassar, progressivamente, o “Projeto de Construção” de pelo menos quatro Submarinos Convencionais , que o País já domina, os “Escopene” Franceses, num Projeto Bilionário de quase uma década, dizem, as cifras alcançam alguns Bilhões de Dollares, somente após, alcançara o seu, tão almejado, Submarino Atômico , totalmente relevante, ante a Dissuasão necessária, e a proteção do seu Pré-sal.

 

Quanto a nossa, possível, e provável Bomba Nuclear , enquanto os EUA, recentemente reabilitaram  a sua Frota , a do Comando Sul , para estender suas “Patrulhas” ao Atlântico Sul , salpicando a América do Sul com novas “Bases” (Humanitárias): Paraguai, Argentina, Colômbia e Peru , além das Bases que já possuem na Ilha de Santa Helena e Ascensão, Inglesas , bem como a possibilidade de que utilizem-se, eventualmente, em caso de Guerra, das Malvinas (Argentinas), essa, a “Bomba Atômica”, terminantemente, está proibida, pelo próprio Texto da Constituição Federal Brasileira, que a veda. Então, Submarino Nuclear para quê ??? Para continuarmos no nosso Papel Menor de Intervir no indesejável Haiti...?”

 

COMENTÁRIO: Não, absolutamente não! Verifique o tamanho das águas territoriais brasileiras e o tamanho da costa brasileira e verá que elas mais do que justificam, pois são grandes e ...”totalmente relevantes, ante a Dissuasão necessária, e a proteção do seu Pré-sal”, como  V. admite e porque, exigem, tantos submarino(s) nuclear (es) quantos forem necessários e possíveis, para a fiscalização do tráfico marítimo.

 

Esqueça o Haiti, merecedor de nosso respeito e que absolutamente não é indesejável. Os haitianos sofrem muito quando das intervenções brasileiras, porque, segundo eles, as intervenções brasileira são sempre para agradar e em apoio ao sócio preferencial do Brasil, subestimando as razões de direito e de fato dos haitianos.

 

A Constituição brasileira não tem a forma estática, ela é semi-flexível – na medida que permite, obedecido o  quorum de aprovação,  Emendas e Leis Complementares.

 

Esta proibição constitucional pode e deve ser revertida. Onde já se viu o Brasil – país-continental ficar desarmado à mercê dos super nuclearmente armados? Ridículo, por demais! PF investigando as continhas bancariazinhas de todos os  que defendem tamanha insanidade – porque obviamente estão se remunerando para defender interesses contrários aos do Brasil e de seus residentes.

 

Na época foi uma forma de conciliar os referidos interesses – face aos lobbies de pressão no  sentido de que o  Brasil não beneficiasse os minérios nucleares que jazem no subsolo brasileiro, entregando-os in natura, para que fossem transformados em combustível fora do Brasil e posteriormente vendidos ao Brasil já beneficiados. (Aquela velha história,desde a época do petróleo, utilizando os mesmos argumentos, do “fica mais econômico  entregar e importar, re-comprar”...etc.,  do que transformar os minérios em combustível dentro do Brasil, com tecnologia genuinamente brasileira etc. etc..

Saudações,

Guilhermina Coimbra.

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