OPINIÃO DO LEITOR : “DIA MUNDIAL DA LÍNGUA MATERNA – “DE MÉDIA PARA MÍDIA, FALTAM MEIOS””

Por : Paschoal Motta

 (...) Para fechar, mais este registro, em avivamento de nossos temores e tremores quanto à destruição da Língua Portuguesa no caso específico brasileiro. Recentes advertências da UNESCO / Organização das Nações Unidas Para a Ciência, Educação e Cultura, através de seu diretor-geral, Koichiro Matsuura, afirmou, na celebração do Dia Internacional da Língua Materna, em 21 de fevereiro (

OPINIÃO DO LEITOR : “DIA MUNDIAL DA LÍNGUA MATERNA – “DE MÉDIA PARA MÍDIA, FALTAM MEIOS””

 

Por : Paschoal Motta

 (...) Para fechar, mais este registro, em avivamento de nossos temores e tremores quanto à destruição da Língua Portuguesa no caso específico brasileiro. Recentes advertências da UNESCO / Organização das Nações Unidas Para a Ciência, Educação e Cultura, através de seu diretor-geral, Koichiro Matsuura, afirmou, na celebração do Dia Internacional da Língua Materna, em 21 de fevereiro (http://www.abdic.org.br/index.php/1613-dia-mundial-da-lingua-materna-um-patrimonio-cultural-a-defender ): "Quando uma língua morre, uma visão do mundo desaparece." E acrescentou que um registro idiomático desaparece a cada duas semanas. Por seu turno, Musa Bin Jaafar Bin Hassan, presidente da Conferência-Geral, da mesma Unesco, acrescentou: "As línguas não podem desaparecer sob o peso de outras. Têm que ser meios de expressão, que vivam e atuem junto às grandes línguas da Terra." E ele considera isso de difícil solução no enfrentamento da globalização que coloca o Inglês numa posição predominante... http://www.abdic.org.br/index.php/home-9/1615-opiniao-do-leitor-dia-mundial-da-lingua-materna-de-media-para-midia-faltam-meios

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: "Quando uma língua morre, uma visão do mundo desaparece." E acrescentou que um registro idiomático desaparece a cada duas semanas. Por seu turno, Musa Bin Jaafar Bin Hassan, presidente da Conferência-Geral, da mesma Unesco, acrescentou: "As línguas não podem desaparecer sob o peso de outras. Têm que ser meios de expressão, que vivam e atuem junto às grandes línguas da Terra." E ele considera isso de difícil solução no enfrentamento da globalização que coloca o Inglês numa posição predominante.  

 

E os professores de Português, aqui no Brasil, onde estão? Ou se escondem nalguma galáxia fora de nosso sistema linguístico? E os cursos de Letras Neolatinas, de Jornalismo, de Direito, de Publicidade? E a Academia Brasileira de Letras e as congêneres espalhadas pelo território brasileiro? E o Ministério da Cultura? Não se movimentam? Estão surdos, cegos?  (...)

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