ILUMINAÇÃO PÚBLICA: “ BLACK-OUT POLÍTICO SE INSTALA EM VITÓRIA... ”

Por : Pettersen Filho

Cidade de Beleza Natural equivalente ao próprio Rio de Janeiro , de quem herdou o “modus vivendi”, por quê não, também, chamá-la “Cidade Maravilhosa”, Vitória , Capital do Estado do Espírito Santo , cujo povo leva na Bandeira o Lema : “Trabalha e Confia”, no que tange a sua Capital , pelo menos, encontra-se completamente mergulhada numa profunda penumbra, não só pelo desacordo ora vigente entre a Prefeitura Municipal de Vitória , sob a Administração, em Segundo Mandato, do Petista João Coser , que impede que as Lâmpadas Queimadas dos Postes de Iluminação Pública sejam substituídas, queimadas aos milhares, tornando a aventura dos que circulam nas noites capixabas um verdadeiro martírio , vitimas de assaltos e violências ocultas nas sombras da madrugada, mas, também, pela mais completa falta de opção de Candidatos ao Pleito Municipal que se aproxima, onde o atual Prefeito será extirpado do Poder .

 

Suspensa a Licitação Pública que visava contratar a Prestação de Serviço de dar Manutenção a Iluminação Pública nas ruas da Cidade, segundo nos consta, devido a Impugnação da Concorrência em Juízo, por uma das Empresas participantes, situação que já se arrasta há meses, nem o possível “Decreto” de Calamidade Pública , que permitiria a eventual manutenção do Serviço , mesmo independente da Licitação , parece ser uma das possibilidades aventadas pelo Administrador Municipal , enquanto a População se esgueira pelas noites, e ruas escuras, do Município , entre um assalto, estupro, furto, e outro.

Contingência que não impede, no entanto, que a tal famigerada Taxa de Iluminação Pública continue sendo cotidianamente cobrada do “Contribuinte” indefeso, ainda assim, sem que haja qualquer Prestação do Serviço , a súbita escuridão que se abateu sobre a atual Administração Coser , tomada de escândalos de Compra de Terrenos por preços exorbitantes, alguns deles, segundo processos que tramitam na Justiça, que levaram o Ministério Público a requerer o “Bloqueio” dos Bens do Prefeito , referindo-se supostamente a imóveis que já seriam de propriedade do próprio Município , ainda assim, regiamente pagos aos supostos proprietários, desapropriados, em um intrincado “Projeto Viário”, como a Duplicação da Avenida Fernando Ferrari , no que se refere a uns poucos quarteirões, a qual já se arrasta desde a sua Primeira Administração , há cerca de oito anos atrás, sem finalização efetiva, além de uma caríssima, e desnecessária “Nova” Ponte da Passagem , essa, do “Tipo Estaiada”, como a de São Paulo Brasília , solução que se emprega para vencer grandes vãos livres, distancias exageradas, por meio de uso de torres suspensas e cabos de aço, o que aumenta, em muito, o seu custo, não sendo esse o caso de Vitória , cujo Canal de Camburí, a ser vencido, é bastante estreito, inobstante, o que se antevê, na atual dinâmica , ou melhor dizendo, inércia da Administração Coser , é que o seu “Sucessor Político”, ao que tudo indica, a Deputada Iriny Lopes , também do PT , herdará de Coser tais “Sombras” e “Obscuridades”, se efetivamente eleita .

Mas sobre Ela, a Deputada Iriny Lopes , falaremos num futuro próximo.

... E Deus, disse, segundo nos descreve a Bíblia , quando da Criação do Mundo: “ Faça-se a Luz, E a Luz foi feita.... 

Contudo, ao que tudo indica, nesse dia, o Prefeito João Coser fugiu da Sala de Aula...

Crônica Publicada originalmente em www.paralerepensar.com.br

 

 

 

Antuérpio Pettersen Filho, membro da IWA – International Writers and Artists Association, é advogado militante e assessor jurídico da ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Individuo e da Cidadania, que ora escreve na qualidade de editor do periódico eletrônico “Jornal Grito do Cidadã”, sendo a atual crônica sua mera opinião pessoal, não significando necessariamente a posição da Associação, nem do assessor jurídico da ABDIC.