URNA ELETRÔNICA

Por : Cel. José Batista Pinheiro

O maior sintoma que a urna eletrônica é uma armadilha eleitoral é a negação de países desenvolvidos adotarem o sistema em seus escrutínios. Os Estados Unidos que desenvolveram a ciência cibernética possivelmente sabem da enganação ou, por qualquer motivo, deixam o barco correr porque estão ganhando dinheiro fácil por conta da nossa credulidade e ignorância absurdas. Embora leigos nessa ciência, podemos imaginar que as cabeças pensantes dos países superdesenvolvidos já criaram monstros cibernéticos capazes de subverter aos seus interesses quaisquer programas de computador, adotados em países que apenas os utilizam sem conhecer a alma do negócio

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Tudo indica que o nosso raquítico programa de voto eletrônico é muito ralé e simplório, pois um "hacker" brasileiro, de apenas 19 anos, interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou os resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado. Por ser um assunto polêmico e assustador, na pior das hipóteses, os magistrados do Superior Tribunal Eleitoral poderiam colocar o sistema de voto eletrônico "em suspeição" até que uma auditoria internacional pudesse emitir um laudo técnico-científico sobre o assunto.

No regime democrático eleição é um ato cívico de tanta importância que não admite a mínima controvérsia.

José Batista Pinheiro – Cel Rfm EB

 

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