CONFISSÃO

Por : Emanuele Sloboda

 

Nossas liberdades apoderam-se da sutil embriaguez do enlace.

 Amar-te consome-me de tal forma a me castigar devido a tua ausência.

Em contrapartida, temo a desilusão. Amo-te por ser uma quimera escorregadia, distante como os mais pueris desejos.

 

 As contínuas comparências certamente massacrariam este amor em prol da ânsia nômade. Amo-te. Longe. Inalcançável.

Tu és o acalento, a assombrosa lembrança sufocante e doce a morar em meu peito.

Antes envenenar-me pela saudade a comprovar que este amor irá arruinar nossas vitalidades.

 

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