SE A NOTÍCIA É RUIM...? : “ MATEM O MENSAGEIRO ”

Por : Pettersen Filho

Nunca escrevi, na qualidade de modesto Cronista , coisa alguma com o propósito, claro, de agradar , ou desagradar , ninguém: Apenas lido com os fatos e os publico , conforme os vejo, muito embora sendo uma visão pessoal , mesmo que míope , divergindo da Grande Imprensa , no mais das vezes refém do Poder Econômico, ou enclausurada pelos seus Anunciantes , quem ditam-lhe o mote. Ateu , quanto a qualquer Credo Político , ou Agremiação Partidária , as vezes sou Aplaudido por Uns , quando falo contra Outros , sendo esses Outros , por acaso, seus Adversários Políticos , mas, com a mesma maestria, e desapego, sou também Odiado por esses mesmos Uns , quando volto contra Esses a mesma Metralhadora Verborrágica que utilizei-me, há pouco, contra seus Inimigos , causando contra mim, nesse caso, igual, e implacável ira, o que torna o Ódio contra mim uma Unanimidade .

Destarte, entre Mortos Feridos , todos vão sobrevivendo...

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Por Quê ABDIC?

Por: Pettersen Filho

Vivemos, hoje, desde que Thomas Hobbes concebeu a Obra “ Leviatã ”, onde descrevia o Povo como uma Fera Mitológica Bestial, que deve ser contida, a qualquer preço, uma tremenda Crise Institucional , e de Identidade, em que vem o Estado Brasileiro se desvirtuando do seu papel Administrador, originário, artifício, o Estado , criado pela Própria Sociedade , para organizá-la , em regras de conduta, regê-la , a partir de valores éticos, e, assim, melhor representá-la , dentro de parâmetros morais, pelo que vem, o Estado , transformando-se cada vez mais, Ele , em um Ente próprio, desconcatenado da Sociedade que o criou, e que o Legitima , passando, no decorrer dos últimos tempos, a possuir gênese e objetivos independentes, corporativos e transnacionais, muitas vezes distantes da sua concepção inerente. (Assista Entrevista SBT: https://www.youtube.com/watch?v=32Xg8w3ICAU )

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RAPOSA SERRA DO SOL : “NOSSO ERRO AMAZÔNICO”

Por: Pettersen Filho

Enquanto o “Green Peace” sobe e desce com seus botes infláveis o Rio Amazonas brasileiro, içada na proa a bandeira verde clara do naturalismo, e o “WWF – Wild Word Fundation”, com muito louvor, denúncia avidamente a possível extinção de alguma insólita espécie nova de formiga carnívora recém descoberta, somente existente na Amazônia, bradando o seu grito verde conservacionista, mais ao sul do País, em algum farol de esquina da Rua Augusta, corriqueiramente, mais uma criança desamparada se entorpece com uma lata de cola química, esmolando um trocado, sem que ninguém se importe com isso. 

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