DANO AMBIENTAL: “ CANAL DE CAMBURÍ ESTÁ PRESTES A SOFRER NOVA AGRESSÃO”

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Por : Pettersen Filho

Dando sequência a sanha, que vem sendo o seu imperativo ao longo da Última Década, os gregos, capitaneados pelo seu Patriarca, o Senhor Constantino Varzeo, travestidos de falso pudor, maquilados na Comunidade Helênica do Espírito Santo preparam o terreno para a sua mais nova Obra, nítido atentado ao Canal de Camburí, em Vitória/ES, cujas consequências poderão ser mais Dano ao Meio Ambiente, e por consequência, ao Canal e a sua vegetação de resquício de Mangue.

 

Não que seja inglório, simples comerciantes de miudezas e confecções, localizados em uma lojinha alugada no Centro de Vitória, numa trajetória de trabalho e dedicação, ao longo da Ultima Década, constituírem-se numa das maiores firmas de suplemento à Navegação e ao Transporte Marítimo, a Poseidon Marítima, o que pode ser atribuído ao trabalho árduo, na mais pura dedução do que prega a Saga Capitalista, e do empreendedorismo, não fosse, o caso em questão, do Senhor Constantino, via apossamento de Áreas de Marinha, de Domínio Público e da União, com a complacência da Prefeitura Municipal de Vitória, desde a Administração de Hermes Laranja, cujo parente o “Grego”, tratado pelos nossos patrícios como Senhor “Costa”, diminutivo do seu nome próprio “Constantino”, contraiu matrimônio, a partir do que viu as portas da Prefeitura Municipal de Vitória às escancaras.

Não que sejam eles, os gregos, como Povo e Nação, desmerecedores do nosso mais profundo respeito, olhos postos na Cultura Helênica e na Odisséia, de Ulisses, ao ponto de conseguirem a mudança do nome da Rua D. Pedro II, para Rua da Grécia, em sua homenagem, jogando as favas a nossa Memória Nacional.

Não se trata, inclusive, de questionar a existência de pelo menos outra rua, também chamada Rua da Grécia, em Tabuazeiro, novamente em homenagem aos moradores residentes ali, coisa que se deu, entrementes, no intervalo das Administrações Municipais de Paulo Hartung e Luiz Paulo Velozzo Lucas.

Não se trata, ao menos, de xenofobia, nossa, ao ver um dos pontos mais nobres da Cidade, a Praça da Grécia, na entrada da Ilha do Frade, ostentar o Pavilhão Grego, mas, ao assistirmos à invasão da Praça, na Rua da Grécia, justamente na margem do Canal de Camburí, de onde acessávamos o mar, ora encampada pela dita Comunidade Helênica do Espírito Santo, quando, em 2003, opusemo-nos veementemente, via Ação Popular contra a Prefeitura Municipal de Vitória, há cinco anos atrás, acoplando na oportunidade Parecer da Procuradoria do Município de Vitória, informando ser a construção da sede da Comunidade clandestina, postada sobre área pública, opinando pelo desfazimento do prédio, até hoje sem cabal julgamento, aos cuidados do Desembargador Maurílio, no Tribunal de Justiça do Espírito Santo.

Mas eis que, após assistirmos indignados, há cerca de dois anos atrás, os gregos, novamente, jogarem cerca de 50 caminhões de terra no Canal, chegando a bater uma laje inteira por sobre o Mangue, onde construíram uma afrontosa quadra de tênis, de novo, articula-se outra empreitada:

Trata-se da demolição da antiga sede da Poseidon Marítima, onde comenta-se, será construído um arranha-céu, mesmo apesar de o PDU – Plano Diretor Urbano de Vitória impedir construções na área maiores do que três andares.

Criadores do fabuloso “ Cavalo de Tróia ”, com o qual, diz a lenda, invadiram Tróia e venceram a Guerra, sabemos das suas artimanhas, ao construírem primeiro, diante da omissão do Poder Público, e legalizarem depois...

Gregos, Prefeito João Coser: “ Estamos de olho em vocês. Esse “ Novo Cavalo de Troia” nós não vamos engolir, não!”

 

CRÔNICA POSTADA ORIGINALMENTE EM   WWW.PARALEREPENSAR.COM.BR

ANTUÉRPIO PETTERSEN FILHO, MEMBRO DA IWA – INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS ASSOCIATION É ADVOGADO MILITANTE E ASSESSOR JURÍDICO DA ABDIC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DEFESA DO INDIVÍDUO E DA CIDADANIA, QUE ORA ESCREVE NA QUALIDADE DE EDITOR DO PERIÓDICO ELETRÔNICO “ JORNAL GRITO CIDADÃO”, SENDO A ATUAL CRÔNICA SUA MERA OPINIÃO PESSOAL, NÃO SIGNIFICANDO NECESSARIAMENTE A POSIÇÃO DA ASSOCIAÇÃO, NEM DO ADVOGADO.