EDITAL DO 2º CONCURSO DE POESIAS “INCONFIDENTE MINEIRO”

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O Cerimonial & Hostel “Inconfidente Mineiro”, vem através do presente Edital tornar Público regras e normas do 2º Concurso de Poesias “Inconfidente Mineiro”, e conveniar, perante a Sociedade Literária brasileira, e de outros Países que professarem a Língua Portuguesa, que realizará no dia 05 de Dezembro de 2021, em sua sede à Av. Deputado Anuar Menhem, 1075 – Bairro Santa Amélia, Belo Horizonte – MG, estendendo o período de inscrição de 03/05 a 15/11/2021, que transcorrerá da seguinte forma:

1º) O Hostel & Cerimonial distribuirá em prêmio, a ser pago, às suas expensas, em até 30 (Trinta) dias após o resultado, em espécie, mediante deposito na Conta bancária indicada pelo Concursando, se não houver outro meio mais fácil e conveniente, a seguinte premiação:  

 EDITAL : 

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INFORME CULTURAL : 

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MOMENTO DO POETA :

INCONFIDENTE MINEIRO, O LIVRO Por : Pettersen Filho

Quando se fala de Minas Gerais, a primeira ideia que vem a mente de muitas pessoas é a imagem de uma Maria-Fumaça correndo pacificamente por entre vales e montanhas sinuosas, reportando a um passado de cidades históricas que hoje não existe mais...

Outros, mais introspectivos, lembram da boa gente mineira que matreiramente prefere guardar silêncio diante de quase tudo.

No entanto, não é exatamente essa Minas Gerais que tenciono aqui abordar https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55442

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MOMENTO DO POETA :

ANTUÉRPIO PETTERSEN FILHO: “ESSE POETA...”

Por : Prof. José Augusto Carvalho

“Como professor de português sou muitas vezes requisitado por meus alunos para dar parecer em suas criações literárias em prosa ou em verso, ou em ultima instância para fazer as correções necessárias. Acolho de bom grado a tarefa porque não existe obra de que não se possa aproveitar ao menos uma frase que valha o esforço da leitura. E também porque, como diria Guimarães Rosa, “um livro pode valer pelo que muito nele não deveria caber”. https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55446

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  MOMENTO DO POETA :

O TRIÀNGULO Por : Pettersen Filho

É o Triângulo, ao meu modesto ver, a forma geométrica perfeita!

Sintetiza em si, na sua forma, várias concepções, políticas, filosóficas, religiosas, enfim, conforme o ângulo ou a tendência subjetiva do observador.

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MOMENTO DO POETA :

RETIRANTE Por : Pettersen Filho

Tenho assistido homens abandonarem família, costumes e até moral, pensando assim fugirem da agonia e da opressão de se estar...Vivo!

Alguns não se satisfazem.

Trocam o Norte pelo Sul, ou vice-versa...

Buscam em novos lugares nova vida! https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55430

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 MOMENTO DO POETA

JOÂOS E MARIAS  Por : Pettersen Filho

Sei que existem os homens que, ao contrário de mim, são grandes !

Grandes não só pelo que fazem, mas também pelo expressivo poder de persuasão no seio social https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55423

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MOMENTO DO POETA :

GUERRILHEIRO Por : Pettersen Filho

Ah, meu irmão “palestino”... 
Ou combatente qualquer de todas as causas difíceis, ou qualquer causa perdida. 
Pudesse eu, como tu, ver-me acuado pelo inimigo, em um lugar incivilizado da Terra... 
Fitar-lhe a cara e discerni-lo em seu uniforme bem tratado e limpo sob a pontaria destemida do seu fuzil. Mas não.

Ah, meu irmão de todas as causas, ou qualquer uma impossível. 
Pudesse eu, como tu, ver-me cercado por metralhadoras, ter as ruas ocupadas por passos de ganso, as avenidas tomadas pelo exército invasor, violentada minha casa, vigorando a chantagem atômica https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55443  

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 MOMENTO DO POETA :

CIDADÃO  Por : Pettersen Filho

É necessário, em nome da Modernidade e do Humanismo, desalojarmos do Espirito Público, inclusive, face a Reforma impositiva que se anuncia no Horizonte desde a queda indômita da Bastilha, a aresta Autocrática do desmando e do Desatino.

Estes, que se manifestam através da falta de reciprocidade e da cruel burocracia, recobertos de perversidade e opressão, por entre os Birós e divisórias das Repartições Públicas, transformando o Cidadão Comum em simples numero de obituário, compreendidos esses escalões como uma minoria prevalente que se posta arrogantemente contra os Desvalidos e resignada frente aos Poderosos. https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55454

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MOMENTO DO POETA

O SEMEADOR

Por : Pettersen Filho

Eu lancei as sementes

Molhei a terra

e vi tudo nascer

Reguei com carinho

Fiz um espantalho

e até afugentei

os bichinhos. http://www.abdic.org.br/index.php/2396-o-semeador-por-pettersen-filho

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MOMENTO DO POETA:

INCÓGNITO

Por : Pettersen Filho

Um Homem

entra no Boteco

pede uma cachaça

bate no balcão

toma um gole

dá um pouco pro Santo

maldiz o trabalho

cospe no chão

mete a mão no bolso

retira um trocado

e entrega pro Dono https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55627  

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ARACRUZES

Por : Pettersen Filho

Eu vi Eucaliptos !

Eucaliptos, Eucaliptos, Eucaliptos.

Eucaliptos, Eucaliptos

 

                              Eu vi Eucaliptos !

                              Eucaliptos, Eucaliptos, Eucaliptos.

                              Eucaliptos, Eucaliptos...

... e a terra rachou http://www.abdic.org.br/index.php/2394-aracruzes-por-pettersen-filho

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MOMENTO DO POETA:

A ROSA E O BANDIDO

Por : Pettersen Filho

No Jardim da Casa

onde morava um Bandido

um botão se abriu em rosa

e desabrochou.

Não compreendendo

que aquele Jardim era proibido

a Rosa ali continuou.

 

Ninguém podia compreender

o feio e o bonito

ali juntos.https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55583

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MOMENTO DO POETA

O EDIFÍCIO

Por : Pettersen Filho

Lá perto de Casa

havia um Terreno Baldio...

nele eu tinha

o meu Pé de Flor.

 

Lá perto de Casa

havia um Terreno Baldio...

nele a criançada

se divertia. https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55573

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MOMENTO DO POETA

O VELHO PAI

Por : Pettersen Filho

Todos os dias

o Velho acordava

pegava a vassoura

varria a calçada

pegava a cadeira e colocava na varanda

e assistia as pessoas passarem.

 

Todos os dias

o Velho acordava

pegava a vassoura

varria a calçada

pegava a cadeira e colocava na varanda

e assistia as pessoas passarem... https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55572

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MOMENTO DO POETA

DEFEITO

Por : Pettersen Filho

Do outro lado do meu peito

mora uma mulher

que feito a solidão me visita

Me suga a vida

como um bêbado

a um copo de whisky.

 

É uma metade

que me corta ao meio

sem sangrar

Me manda sempre

por caminhos tortos

onde não está ? http://www.abdic.org.br/index.php/2390-defeito-por-pettersen-filho

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MOMENTO DO POETA :

BAHIA-MINAS

Por : Pettersen Filho

Bahia-Minas

velha amiga

abandona as cordilheiras

estas terras amargas de Minas

hoje já não sabem amar

Deságua encachoeirado teu choro

por entre montanhas e platôs

segue em prece tortuosa

leva cadente a minha dor

Bahia-Minas

velha estrada... http://www.abdic.org.br/index.php/2389-bahia-minas

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  MOMENTO DO POETA :

SOMENTE AOS COLIBRIS CABEM AS FLORES NO JARDIM...

Por : Pettersen Filho

Não !

Ninguém poderia

sequer imaginar

que naquela manhã

nebulosa e escura iria nascer

uma flor no Jardim.

Não !

Ninguém poderia imaginar.

Não naquela manhã

nebulosa e escura... https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55464

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MOMENTO DO POETA :

RESISTÊNCIA

Por : Pettersen Filho

Veio a Tempestade

ventos velozes

chuva de granizo

E até Furacões...

mas a Velha Árvore

a tudo resistiu

firme e frondosa https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55463  

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MOMENTO DO POETA :

A PRAÇA DA LIBERDADE

Por : Pettersen Filho

Há nas Praças os lugares permitidos e os lugares proibidos... Pessoas que fazem alguma coisa e Pessoas que não fazem nada... Vós, que fazeis na Praça ?

Havia na Praça

Uma Banda...

Na Praça os casais

se reuniam

A vida acontecia

e ninguém notava

de tão feliz

que todo mundo era... https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55461

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  MOMENTO DO POETA :

SERRA DO CURRAL Por : Pettersen Filho

Lá na Serra

Havia um Curral

Não

Há mais.,,

Lá na Serra

Havia um Curral

Não

Há mais.

 

Lá na Serra

Havia um Curral

Não

Há mais.

https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55455

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 MOMENTO DO POETA :

MUTIRÃO Por : Pettersen Filho

Eu vi homens

construírem casas

                             moldarem massa

fazerem tijolos

                                  puxarem pá

                                                    de lá pra cá...  

 

Eu vi homens

                 construírem casas

buscarem terra

trazerem cimento

 

puxarem pá

de lá pra cá  https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55450

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 MOMENTO DO POETA :

O MERCADO CENTRAL

Por : Pettersen Filho

São cinco horas

Já começa o movimento

No Mercado Central

Falar demais pode ser

Um pecado fatal

Tem moleque roubando fruta

Na Quitanda da D. Mariana:

“Cuidado Seu Joaquim Português

Tão pondo a mão no seu pastel”https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55458

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 MOMENTO DO POETA :

COPACABANA Por : Pettersen Filho

Em Copacabana tem

Menina usando tanga, tem...

Em Copacabana tem

muita gente bacana, tem...

Em Copacabana

falta água, não...

em Copacabana tem

gente sofrendo também...

Em Copacabana tem

Polícia Metropolitana, tem.. https://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=55437

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MOMENTO DO POETA :

HOJE Por : Pettersen Filho

Hoje há esperança!

Talvez, mais tarde

o Sol nasça

O Jardim floresça

Todo o mal padeça

e agente viva em paz!

Hoje

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MOMENTO DO POETA :

INCOMPLETO

Por : Pettersen Filho

Porque deixastes tuas marcas

tão profundas em mim...

Porque assistes aos poucos

ver chegar o meu fim.

 

Criaste o Bem

mas acho que te esquecestes

de aniquilar todo o Mal

Inventaste o principio

dando a tudo um toque final..

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MOMENTO DO POETA :

 

INFÂNCIA

Por : Pettersen Filho

Pudesse Eu ser

um passageiro de ônibus

circulando as ruas do meu bairro

à deriva do destino...

Pudessem as ruas

Me comportarem

voltarem os heróis que povoaram,

repleta de sonhos

a minha Infância

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MOMENTO DO POETA :

AMOR
Por : Pettersen Filho

Eu saí Louco !

Alucinado pelas ruas

fundindo mundos, amor, teoremas

e paz !

Eu me virei todo

ao avesso

e tentei entender...

Eu me traguei

nas entranhas

fumei fumaça

e cigarro

machuquei e mordi.

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MOMENTO DO POETA :

 

HIPÓCRITA
Por : Pettersen Filho

Não consigo

me olhar no espelho

sem me enxergar vetor

de uma civilização

hipócrita

 

Um telefone

ao alcance da mão

é tudo que necessito

para me enganar...

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