CORRUPÇÃO : “A TRISTE SINA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO....”

Por : Pettersen Filho

Ex-capital da República, a Cidade do Rio de Janeiro, bem como seu Distrito Federal, o antigo Estado da Guanabara, que hospedou de Imperadores até Presidentes, desde Pedro I até Getúlio Vargas, passando por todo o Império e República Velha, vem sendo, desde o sempre, um antro de corrupção e mazelas, no promiscuo jogo político que se joga no Brasil, onde as elites apresentam e elegem os seus mais confiáveis, ou seja, desconfiáveis, representantes, chegando ao ponto em que, dos últimos cerca de 20 anos, pelo menos, praticamente, todos os Governadores que passaram pelo Estado, terminaram seus dias na Cadeia, ou com infindáveis processos, de Rosinha à Garotinho, Cabral à Pezão, passando agora por Witzel, Juiz Federal e Fuzileiro, outro dia visto desembarcando de Helicóptero na Ponte Rio Niterói como um Rambo brasileiro, fazendo Justiça, também afastado do Governo por corrupção.

 

 

Representando para o Brasil a Guanabara, o que hoje é o Distrito Federal, e a Cidade do Rio, Brasília, para o Eleitor, infelizmente, nossa cândida Democracia, parece não oferecer opção, em que não se vota no melhor Candidato, Cristiane Brasil, sob Mandado de Prisão, ou, por exemplo, Benedita da Silva, PT, onde a opção é, um ladrão ou outro, quando, num conluio de forças, já esteve sob varas o próprio Presidente do TJ Carioca, membros do Ministério Público, o próprio Tribunal de Contas e toda a sua Assembleia Legislativa, demonstrando, muito claramente, que o podre já se encontra institucionalizado.

 

Nem a Sacrossanta Igreja pode dar conta do recado, quando se observa que o próprio Pastor Crivella, Prefeito do Rio e possível Candidato, também já se encontra indiciado...

 

Enfim, o que esperar da nossa Democracia, Caro Eleitor? Votar em quem ?

 

Pettersen Filho, membro da IWA – International Writers and Artists Association, é advogado militante e assessor jurídico da ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Individuo e da Cidadania, que ora escreve na qualidade de editor do periódico eletrônico “Jornal Grito do Cidadão”, sendo a atual crônica sua mera opinião pessoal, não significando necessariamente a posição da Associação, nem do assessor jurídico da ABDIC