CORONAVIRUS : “UMA DOENÇA MADE IN CHINA ?”

Por : Pettersen Filho

Desde o ano passado, Dezembro de 2019, sem escrever absolutamente nada, após merecido recesso no Folhetim que mantenho: “Jornal Eletrônico Grito Cidadão”, no Sítio www.abdic.org.br, vou novamente à luta, meados de Fevereiro, 2020, em pleno Carnaval, no Monastério da minha própria Casa, recolhido nas Montanhas Alterosas de Minas Gerais, tomado de certa reflexão, e balburdia, inaugurando agora, meio enferrujado, a primeira crônica do ano novo, e, como não poderia deixar de ser, abordando o tal de “Coronavirus”, a coqueluche dos assuntos do momento: A Doença surgida na China, e que de lá, vem ganhando o Mundo...

 

Aliás, nome peculiar, lembro-me bem, a anos atrás, marca de chuveiro, não sei se ainda presente no mercado brasileiro, cujo mote publicitário, se me recordo bem: “Duchas Corona, um banho de água quente”, propalava o fabricante.

Nesse caso, qualquer semelhança, mera coincidência, nada tem a ver com a vida real, o tal vírus vem se alastrando, trazendo consigo  as mazelas institucionais da própria China, pegando, contudo, um Pais totalmente preparado, ao contrário da China dos últimos, quase, cinco séculos, até que Mao Tsé Tung a salvasse do Colonialismo, do Imperialismo, e do Capitalismo, todos instrumentos de dominação do nosso Ocidente, em 1949, pouco depois de arrebata-la do Japão, no final da Segunda Guerra Mundial, após anos e anos de dominação europeia, Portugal, França, e principalmente Inglaterra, naquilo que ficou conhecido na história como a Revolução Chinesa de 1949, até ser, hoje, a segunda maior economia do Mundo, prestes a ultrapassar os próprios EUA, quem constrói um Hospital para até mil pessoas, em apenas 10 dias, ou é capaz de jogar fora as chaves de uma Cidade de cerca de 10.000.000.00 de habitantes, onde teria se originado o surto, sob quarentena, coisa que nenhuma Democracia Ocidental é capaz de fazê-lo, a não ser Hollywood, em “Nova Iorque Sitiada”, nas telas do cinema, sem que, ao menos, nenhum ônibus haja sido queimado, pelas Comunidades do Morro mais próximo, diante das placas hasteadas pelos Direitos Humanos.

Novíssimo Produto de Exportação Chinês, ferramenta de dominação, ou terror, dizem, guerra de quinta geração, que já alcançou Japão, Coreia do Sul, França e Itália, aparentemente, Doença de Pais de Clima Temperado, que ainda não assolou a combalida África e a combativa América Latina, após gerar em menos de dois meses cerca de 70.000 contaminações, e aproximadamente 2.500 mortos, tomara que a “Praga Comunista”, se assim a podemos chamar, não chegue aqui, tornando inútil, mesmo, o gesto humano do Presidente Jair Bolsonaro, que mandou a FAB resgatar, na China, três dúzias de patrióticos brasileiros, para os colocar em eficiente quarentena, isolando, por ora, em Anápolis/GO, o vírus fatal, que ameaça, como efeito colateral (?), arruinar a economia do Planeta...

... pois, se o tal vírus ducha, aqui chegar, enquanto o Exército brasileiro treina Democracia nos Quarteis dos PM`s amotinados do Ceará, que já trazem, em menos de cinco dias, quase 150 mortos, e assassinatos, então, pegará nosso eficiente Programa de Saúde, e a Rede Assistencial Pública do SUS, sem esparadrapos, seringas descartáveis, macas e água hidrogenada, seja para higienizar simples machucados, ou seja para curar meras feridas, quem dirá, o que faremos contra tal vírus ideológico, sabe-se lá, Teoria da Conspiração, dizem, criado para exterminar Pretos, Putas, Bichas e Pobres, ou Países inteiros do terceiro mundo !?

 

Antuérpio Pettersen Filho, membro da IWA – International Writers and Artists Association, é advogado militante e assessor jurídico da ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Individuo e da Cidadania, que ora escreve na qualidade de editor do periódico eletrônico “Jornal Grito do Cidadão”, sendo a atual crônica sua mera opinião pessoal, não significando necessariamente a posição da Associação, nem do assessor jurídico da ABDIC