VAMOS FALAR SOBRE NIÓBIO: NIÓBIO, NIÓBIO, NIÓBIO.

Por : Profa. Guilhermina Coimbra.

Se o Brasil receber pelo nióbio – que, atualmente, é contrabandeado e subfaturado pelos exportadores - poderá autofinanciar o seu desenvolvimento sem dívidas, garantindo empregos, renda, alimentação e oportunidades a todos – informam pesquisadores brasileiros atentos.

O Presidente do Brasil precisa urgentemente informar-se sobre o  nióbio, minério estratégico de liga de grande valor, que, absolutamente, não é para ser sub utilizado em colarezinhos para enfeitar ignoranteszinhos

Pesquisadores, descompromissados com grupos cuja pretensão sempre foi  a de ganhar muito dinheiro ad eterno, a custa do que pensam ser a ignorância dos contribuintes de direito e de  fato do Brasil - informam que o Brasil, utilizando, adequadamente, suas potencialidades minerais, como "moeda de troca", poderá exportar, rapidamente, 300 bilhões de dólares anuais e importar 250 bilhões, por exemplo, criando empregos e fortuna na mesma proporção.

 

 

Partindo-se da premissa que o aprimoramento institucional é um processo de outorga, é imprescindível que os brasileiros responsáveis dediquem toda a sua capacidade na busca de soluções que ajustem as instituições, à preservação dos interesses dos residentes no Brasil.

 

Com esse entendimento, verifica-se que "estudos" financiados sobre o nióbio  não têm passado de manobras.  Entre tais manobras, a daquela que se convencionou chamar "CONSPIRAÇÃO ARAXÁ" - a serviço de interesses transnacionais - cujo claro objetivo é o de manter a dominação do nióbio, até o esgotamento, até o exaurimento.  O nióbio é produto de uma só safra, razão pela qual, a chamada "CONSPIRAÇÃO ARAXÁ" - a serviço de interesses transnacionais - tem o claro objetivo de manter a dominação do NIÓBIO, até o esgotamento, ou seja, até o exaurimento. 

O Brasil é considerado país com vocação agrícola e mineral insuperável sem - de modo algum e sob nenhuma circunstância - desprezar ou abdicar de seu parque industrial com indústrias brasileiras.

Para entender melhor, pesquisar a História é preciso, de modo a verificar que tais estratégias, manobras etc.,  não são novidades históricas.

No que concerne à exploração de minérios estratégicos, geradores de energia, tais como, urânio, tório, nióbio, outros, materiais de liga e outros,  as táticas e estratégias são sempre as mesmas.

Os interessados procuram grupos nacionais sem escrúpulos – ignorantes, na melhor das hipóteses - e fazem as propostas indecentes.

E não é uma proposta indecente, induzir a negociação de tais minérios estratégicos e esgotáveis, à revelia do conhecimento dos contribuintes residentes no país?

O Governo do Brasil tem que entender que o único caminho para o Brasil é auto-determinar-se, concentrando-se e reintegrando-se na exploração dos seus recursos.

Toda a atenção é preciso.

O subsolo é propriedade da União Federal, mas, qualquer desatenção  faz com que os recursos minerais continuem a ser  desviados em detrimento dos interesses dos que residem no Brasil.

O Governo Federal - por dever de ofício – tem a obrigação de:

- alavancar as exportações brasileiras, para os maiores centros de mercados mundiais importadores, em termos de poder aquisitivo: Europa, Estados Unidos da América do Norte e o Japão;

- coordenar as exportações de nióbio, terras raras e outros mnérios (quartzo, entre eles);

- encampar a comercialização e a exportação do nióbio;

 - deixar a cargo das mineradoras, apenas, a extração e a transformação do referido minério;

- remunerar as mineradoras, pelos mesmos preços que vêm sendo praticados pelas mineradoras atualmente.

O Governo Federal tem o dever de verificar e entender a seriedade das necessárias providências acima.  

O Governo Federal deve sentir-se honrado,  por verificar que  governa população inteligentemente atenta a tais interesses.

É o que pensam estudiosos e pesquisadores no Brasil.

E é o que pensa a população atenta aos interesses daqueles que residem no Brasil: mais de duzentos milhões de habitantes.

 O Brasil merece respeito.

·        Profa. UFRRJ/Currículo Lattes.

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