WTC : “...17 ANOS DEPOIS, PERMANECE O MISTÉRIO DO DESTINO DO 4º AVIÃO...”

Por : Pettersen Filho

Atingida mortalmente naquela manhã de Onze de Setembro do Ano de Dois Mil e Um, passados do nascimento de Jesus Cristo, a América do Norte, justamente no seio da sua maior Vitrine, a Ilha de Manhattan, a “Big Apple”, inicialmente não compreendeu a extensão histórica do golpe, quando um dos aviões sequestrados pela Al Qaeda, tentando vingar inúmeras intervenções Americanas ao redor do Globo, precipitou-se por sobre a Primeira Torre do WTC, por volta das 08:00 hs da manhã, pensando tratar-se o fato de um Acidente.

 

Foi justamente quando um segundo avião abateu a outra Torre é que ficou claro o Atentado, determinando a Air Force que todos os aviões Civis aterrissassem, sob pena de abatimento em pleno ar, o que, lamentavelmente não impediu que um terceiro avião atingisse o Pentágono, Poderoso Centro Militar em Washington, por quanto a Força Aérea, com ordem de abate, já se posicionava no ar, em busca do inimigo oculto.

No entanto, um quarto avião dirigia-se para o Congresso Americano, e esse, não tenham duvida, embora Hollywood afirme que os Passageiros, repletos de heroísmo, e ao som da Sétima Cavalaria de Custer, atacaram os Terroristas, fato que teria levado o avião a queda, antes que atingisse o alvo, os Americanos, já surpreendidos em Pearl Harbour pelo Japão, na Segunda Guerra Mundial, não estavam mais surpresos...

Acredite quem quiser, o resto é Conto de Fada, mas os Americanos jamais vão admitir isso, como também, ninguém sabe explicar o desaparecimento do Submarino Argentino Santa Fé !?.

É, a História, às vezes, pede o troco.

 

Antuérpio Pettersen Filho, membro da IWA – International Writers and Artists Association, é advogado militante e assessor jurídico da ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Individuo e da Cidadania, que ora escreve na qualidade de editor do periódico eletrônico “Jornal Grito do Cidadã”, sendo a atual crônica sua mera opinião pessoal, não significando necessariamente a posição da Associação, nem do assessor jurídico da ABDIC.