JUIZ BRASILEIRO A SERVIÇO DE GOVERNO ESTRANGEIRO ?

                                                     

Por :  Profa. Guilhermina Coimbra

Os contribuintes brasileiros estão indignados com o que estão percebendo a respeito de juiz  brasileiro, atuando no Sul do Brasil – que, remunerado pelos contribuintes de direito e de fato brasileiros – envolveu-se com país estrangeiro, em operação de inteligência de alta especialização, difícil de ser rastreada e provada com provas cabais.

A indignação se deve a existência de uma conjunção de fatos publicamente denunciados.

 

 

O primeiro deles é que a desestabilização de governos faz parte da estratégia política, e tem sido praticada - ao redor do mundo - pelo país estrangeiro, com o qual está envolvido o referido juiz brasileiro.

 

Outros fatos foram ocorrendo e a população atenta e perspicaz, observando.

Observou e mais do que se indignou com as ações tomadas pelo Governo brasileiro em defesa dos interesses do referido governo estrangeiro, principalmente no que se refere:

- à destruição das competitivas empresas brasileiras;

- a abertura de oportunidades para as empresas estrangeiras;

- a entrega do Pré Sal;

- e abertura para a compra de terras brasileiras pelos estrangeiros.

 

Os indícios referem-se à procissão de políticos brasileiros, e do próprio juiz, no ano eleitoral de 2014, dirigindo-se para “entrevista” com membros do governo estrangeiro do qual se trata.

Na época, a população brasileira considerou ridículo por demais, riu por demais e observou.

 

Verificou então, acrescido ao fato acima, a ação visual de proteção da operação Lava Jato contra determinados políticos, incluindo aqueles que foram, em procissão, participar de “entrevistas” com membros do referido governo estrangeiro.

 

Acresce-se ao fato acima, a ação visual de proteção da operação em curso contra os políticos de determinado Partido Político brasileiro, incluindo aqueles que foram, em procissão, participar de “entrevistas” com membros do governo do país estrangeiro do qual se trata. Pesquisar é preciso.

 

Deve-se considerar, também, a coincidência das ações tomadas pelo atual Governo com os interesses de país estrangeiro – prejudicando a população brasileira, prejudicando os interesses do Brasil – principalmente, porque:

- destruiu  competitivas empresas brasileiras para abrir o mercado para empresas estrangeiras;

- abriu oportunidades para as empresas estrangeiras;

- entregou o Pré Sal;

- e abriu a compra de terras brasileiras pelos estrangeiros, pouco antes do início da destruição da empresa brasileira de carnes.

 

Outro indício potente se refere ao vazamento abaixo referenciado:

Se for considerar o modelo jurídico do Domínio do Fato, a exemplo do que já foi feito no “Mensalão”, não há dúvida de que esses “indícios” representariam provas cabais capazes de serem utilizadas juridicamente.

 

É certo que o indiciamento e a condenação de qualquer pessoa exige cobras cabais.

 

No que se refere à prevenção contra grandes riscos ou ações altamente lesivas, não se aplica o preceito constitucional, segundo o qual “todos são inocentes perante a lei, até prova em contrário”, porque, qualquer indício é suficiente para que se desencadeiem ações acauteladoras.

Esse envolvimento prejudicial aos interesses dos residentes no Brasil  de Governo estrangeiro nos negócios públicos do Brasil é altamente maléfico e, por isso, qualquer indício é suficiente para que se considere fato consumado  e se desenvolvam as ações acauteladoras - até prova em contrário.

Estado não tem amigos, Estado tem interesses, portanto, é mais do que de interesse da população brasileira – nacionais e estrangeiros residindo no Brasil, contribuintes de direito e de fato.

 

Muitos outros documentos orientam no sentido do envolvimento do referido Governo estrangeiro na operação Lava Jato e golpe do impeachment, repetindo, aliás, o que ocorreu com o golpe de 64.

Documento interno do Governo de país estrangeiro de 2009, vazado pelo Wikileaks mostram como foram treinados agentes judiciais brasileiros e mostra como treinaram agentes judiciais brasileiros, especialmente em Curitiba, Paraná.

 

Well, well, com humor os brasileiros já estão até pensando em ir para as ruas, exigindo o direito de votar e eleger lá -  no pais estrangeiro do qual se trata, aqueles que insistem em mandar aqui - no Brasil – através do Governo do Brasil: abaixo os intermediários!

 

A população brasileira observa, percebe e ridiculariza.

 

O Brasil merece respeito.

 

* Currículo Lattes; Pesquisadora CNPq, CAPES, FAPERJ,  FGV-RJ..