A AGENDA - MODERNIZADORA OU CONSERVADORA – DO FUTURO PRESIDENTE DO BRASIL

Por :     Profa. Guilhermina Coimbra

Os brasileiros não têm problema quanto ao fato de futuros candidatos à Presidência da República do Brasil representam agenda modernizadora, ou, agenda conservadora.

A agenda conservadora é aquela contra, o aborto, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, etc.. Os referidos temas, afetos à vida privada de cada um, como tais devem ser respeitados, independentemente de agendas políticas - é o entendimento da população brasileira.

 

 

No Brasil, a “direita” não é bloco único. Co-existem diversificadas “direitas” sobressaindo-se:

 

- a direita liberal - aquele entendimento segundo o qual, o Governo não tem que se intrometer e deixar que sejam geridos pelos interessados os negócios públicos e privados;

 

- a direita entreguista – a que entende que o Governo do Brasil deve entregar as fontes geradoras de energia (hidrocarbonetos/petróleo, gás e nucleares/urânio, nióbio, tório, lítio, berilo e outros) É a que pretende se locupletar intermediando péssimos negócios públicos e ótimos negócios privados;

 

- a direita conservadora ou, também conhecidos como os feitores da população brasileira – são considerados aqueles que representam os interesses de fora do Brasil, intermediando os bons negócios públicos dentro do Brasil com os de fora do Brasil, como se fossem negócios privados;

 

- a direita nacionalista: o entendimento da direita nacionalista é o de que primeiro têm que ser supridas as carências dos residentes no Brasil e depois, somente, depois, as carências dos residentes fora do Brasil. Vale dizer: exportar somente o excedente;

- e outras de diversas formas disfarçadas.

 

O entendimento da população brasileira alerta é o de que tanto a direita nacionalista quanto a esquerda mais a “esquerda e direita volver”, tem que unir cada vez mais forças, obrigando-se a dar prioridade a uma agenda de segurança pública, alertando contra os interesses da direita conservadora, aliada a interesses de fora do Brasil.

Defender intransigentemente o uso e gozo das fontes esgotáveis de energia - em benéfico dos residentes desta e das futuras gerações - que jazem no território brasileiro: solo, subsolo, mar territorial e outros.

A população brasileira observadora e perceptiva fecha - e não abre - com a direita e a esquerda nacionalista, quando se trata da segurança pública do Brasil.

 

Os exemplos históricos não recomendam descuidar da segurança pública.

O Brasil  - atualmente - está vivenciando as mesmas situações forjadas pelos interessados em se apropriarem das fontes de energia do Oriente Médio.

 

A população brasileira há muito vem observando os exemplos históricos recentes do Oriente Médio.

 

Uma das táticas e estratégias, o modus operandi daqueles que têm “know how” em se apossar das fontes geradoras de energia de territórios alheios inicia-se com o patrocínio da disseminação da violência urbana.

 

A segurança pública é o mais importante interesse público da população brasileira.

 

A população brasileira não abre mão de dar importância maior e prioritária à agenda da segurança pública em detrimento da agenda econômica. Até e porque, sem segurança pública não pode haver segurança da agenda econômica e nem de nenhuma outra agenda.

 

O Governo do Brasil - com mais de 60.000 homicídios por ano tem que entender que essa tem que ser - na ordem correta das prioridades: “a” prioridade.

 

O Ministro brasileiro repetiu o óbvio, quando constatou... “estamos vivendo uma guerra...,” – porque, desde o início, o estado de guerra foi percebido pela população brasileira , confiantemente aguardando providências para abortá-lo. 

 

E não é difícil não.

A história recente de um país asiático pequeninho botando para correr forças poderosas - ávidas por se apoderarem das fontes de energia e paralisar o desenvolvimento do referido país - deve e tem que ser lembrada repetitivamente, como exemplo de agir.

 

No Brasil, a população observa que tática e estratégia utilizada pelos vietnamitas estão sendo utilizadas ao contrário.

 

A população já entendeu que as forças poderosas ridiculamente interessadas em se apossar do território fértil de fontes geradoras de energia brasileiras - se uniram aos atualmente combatidos pelas Polícias do Brasil, contataram e estão patrocinando a violência urbana em todo o país, objetivando forçar o Governo brasileiro a entregar as fontes geradoras de energia do Brasil.

 

A defesa das fontes geradoras de energia que jazem no território fértil de um país é uma causa justa – reconhecida pela ONU, como direito de autodeterminação.

O Plenário da ONU pode e deve ser utilizado se as pressões e a violência continuarem no território do Brasil. Enfatizar o fato inconteste de que se o Brasil for obrigado a se fechar  não vai ser bom para as grande empresas que remetem do Brasil os seus maiores lucros, todas naturais dos países ora opressores do Brasil.

 

Desistam Sirs, de utilizarem essas táticas e estratégias ridiculamente repetitivas e aceitem a vontade firme e férrea do Brasil – aceitando, Sirs, como aceitaram a vontade do Canadá e a vontade da Austrália, de não permitir – nem mesmo para a comunidade da qual são Membros – a exploração dos minerais esgotáveis geradores de energia.

No Brasil, é questão de inteligência e de sobrevivência da população brasileira, o entendimento da direita e da esquerda, ambas nacionalistas, sobre a questão das fontes dos minérios geradores de energia.

Políticos e politiqueiros do Brasil, independentemente de Partidos Políticos, têm concordado e fechado questão quando se trata de não entregar as fontes de energia do Brasil.

E nem poderia ser o contrário. São mais de 200 milhões de seres humanos residentes no Brasil que necessitam e necessitarão, em ordem geometricamente crescente, das fontes geradoras de energia que abastecem o Brasil.

 

Os minerais estratégicos esgotáveis geradores de energia, encontrados no território do Brasil são um pedaço do Brasil, ... ”que não tem medo de fumaça e não se entrega, NÃO!” - nos dizeres de Gonzaguinha, poeta brasileiro.

 

Melhor é reconhecer a derrota, levantar, sacudir a poeira, dar a volta por cima e trabalhar junto - devotando ao inestimável parceiro comercial Brasil – o respeito que o Brasil merece.

 

A população brasileira amiga, hospitaleira, bem humorada e atenta, agradece.

 

O Brasil merece respeito.

 

* Currículo Lattes, Pesquisadora CNPq/CAPES/FAPERJ/FGV-Rio, desde 1989.