CONFIAR DESCONFIANDO: UMA ESPECIALIDADE BRASILEIRA

                                                                                     

    Por : Prof. Guilhermina Coimbra

No Brasil, confiar desconfiando é sempre preciso. Na dúvida, pesquisar é mais do que preciso.

O Brasil não se deixa influenciar e nem muito menos se deixa governar por representantes de interesses de fora do Brasil – expressos ou implícitos.

O Brasil de todos os residentes no seu território sempre esteve alerta.

Pesquisar, investigar, se informar, etc., sobre as diversificadas maneiras que - desde o Gov. de Getúlio Vargas - perseverante e obcecadamente, insistem em se apossar das fontes dos minérios geradores de energia esgotáveis do Brasil – é mais do que preciso!.

 

 

Todas as mazelas – entre elas, a violência atual no Brasil - estão sendo motivadas pela cobiça insana das fontes geradoras de energia – das quais obcecadamente pretendem se apossar, vez que, no Oriente Médio, etc., etcs., entenderam, não?

 

Tudo o que afetar o interesse maior dos residentes no Brasil - que é o de assegurar as suas fontes geradoras de energia, para uso e gozo desta e das futuras gerações de brasileiros – é de interesse federal.

Entenda-se como interesse federal do Brasil, o interesse em explorar em todos os Estados-membros da Federação brasileira, as fontes de energia – ESGOTÁVEIS – que jazem no território brasileiro: hidrocarbonetos/petróleo, gás e nucleares/urânio, nióbio, lítio, outros.

 

Deste entendimento decorre a necessidade de divulgar e colocar a boca no trombone sobre os interesses contrários aos referidos interesses - por trás de quem quer que seja – é preciso: PF investigando.

 

Não têm mais como disfarçar: o foco são as fontes geradoras de energia que jazem no território do Brasil: solo, subsolo, mar territorial, plataformas e outros.

 

Quanto maior for o conluio do silêncio sobre o tema, maiores serão as oportunidades de fazer – sob pressão - péssimos negócios públicos com os minerais geradores de energia esgotáveis do Brasil.

 

É preciso, portanto, não permitir que seja desviada do foco a atenção da população.

 

Pesquisem e estudem as ridículas táticas e estratégias costumeiramente utilizadas pelos interessados de sempre nos países alvos da cobiça pelas fontes de energia.

 

No Brasil, no momento, a tática e a estratégia é a de tornar o Brasil vítima de uma violência urbana jamais vista no território brasileiro.

 

Salta aos olhos, é obvio por demais que tal violência está sendo patrocinada, orientada, gerenciada e imposta à população brasileira – como forma de forçar o Governo do Brasil a entregar as fontes de energia pertencentes ao território brasileiro.

 

Não há como tergiversar, quando se trata das fontes geradoras de energia esgotáveis do Brasil: são mais de 200 milhões de seres humanos habitando o território brasileiro que irão necessitar – em progressão geometricamente crescente – de todas as fontes geradoras de energia: hídrica, solar, hidrocarbonetos e nuclear.

 

É mais do que justa a causa da defesa da utilização das fontes de energia que jazem no território, em benéfico dos mais de 200 milhões de seres humanos que vivem no território do Brasil.

 

O Brasil, Membro da ONU, tem o direito de utilizar o Plenário da Organização.

Colocar a boca no trombone e ir ao Plenário da ONU, se a bagunça administrada de fora do Brasil continuar, através dessa violência jamais vista no Brasil.

Governo brasileiro bem intencionado tem que ter a capacidade de entender não ser possível negociar em silêncio com os poderosos interessados - tema do mais importante e primordial interesse público brasileiro: assegurar as fontes esgotáveis geradoras de energia!

 

A população brasileira amiga, atenta e bem humorada aguarda o Governo do Brasil oferecer soluções inteligentes aos interessados - o máximo de oportunidades de ganhos – sem entregar nenhuma das fontes esgotáveis de energia do Brasil.

 

O Brasil merece respeito.

 

* Currículo Lattes; Pesquisadora CNPq/CAPES, FAPERJ, FGV-RIO.