COLOCANDO OS PINGOS NOS isss

Por : “Luiz Eduardo Rocha Paiva”

Há pouco tempo, uma autoridade do governo de Israel declarou que o Brasil era um anão diplomático. A recente visita do presidente da República à Rússia e à Noruega comprovou o que ela disse.

Ao chegar à Rússia, chamou a atenção que a maior autoridade presente no desembarque do nosso chefe de Estado era um vice-ministro, o que seria motivo para uma resposta diplomática à altura daquela verdadeira afronta ao Brasil. No entanto, nada foi feito.

 

Estava por vir algo ainda mais grave na Noruega. A resposta de nosso mandatário à declaração da primeira-ministra norueguesa, quando ela manifestou preocupação com a corrupção no Brasil, parecia a de um aluno temeroso diante da cobrança de uma professora brava e cheia de autoridade. Porém, o pior foi ficar calado diante do “pito” pelo aumento do desmatamento na Amazônia, seguido do castigo de cortar a “mesada” por não fazer o dever de casa. COMENTÁRIO: Como o “dever de casa” - que eles pretendem que o Governo do Brasil faça - é o de não tocar e não explorar em benefício dos residentes no Brasil – preservando, desse modo, para o mercado internacional as matérias-primas que lá estão, o Presidente do Brasil calou-se educadamente face aos seus anfitriões. G.C. Total falta de altivez e perda de oportunidade de dar a resposta que se espera de quem tenha respeito pelo seu país, seu povo e por si próprio.COMENTÁRIO: Pois é. Uma resposta direta, no entendimento de quem não entende de diplomacia (eu)  e nestes assuntos, pensa que nem se deve entenderpara não prejudicar direitos legítimos de mais de 200 milhões de seres vivente, a população do Brasil - deveria ter sido tipo, assim: “Sorry, sorry, Sirs, but, Amazon Brazilian resources must supply, first, Brazil resident needs. That’s because all them are agotabel resources and more than two hundred million of unhabitants wil need them to survive.”/”Sinto muito  Srs., mas os recursos da Amazônia brasileira devem suprir, primeiro, as necessidades dos residentes no Brasil, porque são todos recursos esgotáveis e os 200 milhões de seres que lá vivem vão necessitar em ordem geometricamente crescente de todos os recursos dos quais se trata”. G. C.

A postura servil, no tocante à Amazônia, vem desde 1991, quando a pressão internacional levou o presidente Collor a demarcar a descomunal Reserva Ianomâmi na Faixa de Fronteiras. Desde então, à exceção de Itamar Franco, todos os presidentes se submeteram aos desígnios das potências ocidentais, ONGs e à oligarquia financeira internacional, cedendo, levianamente, soberania naquela região. Ora, aceitar receber dinheiro em troca de preservação de florestas no Brasil é reconhecer incompetência para gerir soberanamente o nosso patrimônio. Uma vergonha Concordo!! G.C.

 

OBS : Matéria enviada por Prof. Guilhermina Coibra : General da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva

 

 

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